Vacina para raiva em Brasília

O que previne:

Raiva.

Do que é feita:

Trata-se de vacina inativada, portanto, não tem como causar a doença.

Contém vírus inativados (mortos) da raiva, maltose, albumina humana, cloreto de sódio e água para injeção. Pode conter traços de estreptomicina, neomicina e polimixina B, antibióticos usados no cultivo do vírus vacinal.

Indicação:

É recomendada a todas as pessoas que sofreram acidentes com animais (mordeduras ou lambeduras) que representem risco para a doença, de acordo com critérios que levam em consideração o local e o tamanho do ferimento e o grau de suspeita de raiva no animal envolvido, após avaliação pelo profissional de Saúde. Dependendo do caso, pode ser necessário, além da vacina pós-exposição, a administração do soro ou da imunoglobulina antirrábicos.

Em esquema pré-exposição, para prevenção da doença em pessoas que estão em risco permanente, também é recomendado para profissionais que lidam com animais (veterinários, tratadores), que se expõem a animais (exploradores de cavernas com morcegos, trabalhadores de parques e reservas animais, viajantes para áreas de risco) e que se expõem ao vírus (profissionais de laboratórios que analisam e testam os vírus da raiva, que os cultivam para produzir a vacina).

Contraindicação:

Não há contraindicação para prevenção após acidentes com animais, pois a raiva é doença letal.

Reação anafilática após dose anterior da vacina (ou a um de seus componentes) é contraindicação apenas para esquema de pré-exposição.

Esquema de doses:

Pré-exposição (apenas para pessoas em risco de infecção permanente/prolongada ou com alto risco de exposição): três doses, com intervalos de 7 e 21 ou 28 dias após a primeira aplicação (0-7-21 ou 28).

Pós-exposição: quatro doses. A recomendação depende da situação do animal e do tipo e local do ferimento ou lambedura. Em alguns casos pode ser necessário o uso de soro ou imunoglobulinas antirrábicos, que só estão disponíveis no serviço público de Saúde.

Via de aplicação:

Intramuscular.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

Como a raiva é doença grave e letal, deve haver avaliação e acompanhamento por profissional de Saúde.

Os acidentes com animais devem ser notificados.

Pessoas com indicação de esquema de pré-exposição também devem realizar as dosagens de anticorpos periódicas para determinar a necessidade de doses de reforço.

Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.

Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes devem ser investigados para verificação de outras causas.

Efeitos e eventos adversos:

Dor, coceira e inchaço no local de aplicação e erupção de pele semelhante a urticária são relatadas em 15% a 25% dos vacinados.

Onde pode ser encontrada:

Em postos de saúde e em clínicas privadas de vacinação.

Fonte: SBIm

Imunocentro – Especialidades médicas

Vacina | Alergia | Pediatria em Brasília

Imunocentro Brasília - Alergias

Alergia

Asma em crianças e adultos
Rinite e sinusite
Conjuntivite alérgica
Dermatite atópica e dermatite de contato

Alergia alimentar
Alergia a medicamentos
Hipersensibilidade à picada de insetos
Imunodeficiências primárias

Imunocentro Brasília - Pediatria

Pediatria

Asma em crianças e adolescentes
Alergia em crianças e adolescentes
Anemia em crianças e adolescentes

Doenças respiratórias em crianças e adolescentes
Infecções de ouvido em crianças e adolescentes

Imunocentro Brasília - Vacina

Vacina

Vacina para prematuros
Vacina para crianças
Vacina para adolescentes
Vacina para adultos
Vacina para gestantes

Vacina para idosos
Vacina para viajantes
Vacina para empresas
Vacina contra HPV
Vacina contra febre amarela

Menu